31/08/2010 12:00 am

PROFESSORA DENUNCIA GOVERNO E DEFENDE SINPROESEMMA EM PROGRAMA DE RÁDIO

PROFESSORA DENUNCIA GOVERNO E DEFENDE SINPROESEMMA EM PROGRAMA DE RÁDIO

Repercutiu na manhã desta terça-feira, (31), a participação da educadora Kátia Reis Correia, no programa Diário da Capital, com o comunicador Karlos Roger – na Rádio Capital.

A professora, que atualmente atua na Escola Padre Newton Pereira, no Cohatrac -,  se dispôs a participar do programa matinal daquela emissora para defender as políticas  aplicadas pelo SINPROESEMMA  no que concerne às mobilizações a favor da aprovação definitiva do Estatuto do Educador e da qualidade de trabalho da categoria, segundo ela, desrespeitada pelos governantes.

Um dos pontos defendidos por Kátia Reis na Rádio, foi  aquele a que se refere ao desenvolvimento das  atividades escolares aos sábados. Segundo ela, os trabalhadores estavam prontos desde o dia 12 de fevereiro para iniciar seus trabalhos em sala de aula, mas a Secretaria de Estado  de Educação (Seduc),  não permitiu por problemas internos ligados à falta de estrutura, ou seja, falta de professores e escolas deterioradas, sem a mínima condição de uso.

Falta respeito

“Fico indignada com a falta de respeito com que o governo  trata o ensino público estadual.  A governadora vai à TV e fala maravilhas, e no entanto, a gente sabe que não é nada daquilo”, disse ela, lembrando que ganhou Prêmio  Nacional Professora Nota 10, em 2006, pela Fundação Vitor Civita, pela sua atuação, “sem a ajuda de governo nenhum”, destaca.

“Eu e meus colegas de turno, estamos de acordo com a paralisação”, disse ela, reforçando o apoio ao SINPROESEMMA. E completa: “é uma injustiça o que estão fazendo com os professores. Coloquei minha insatisfação durante minha participação no programa, estou no movimento sempre que posso, e mais: acredito na direção do SINPROESEMMA”, ressaltou.

Denúncia

A trabalhadora denunciou ainda, o pedido de apoio com ônibus feito  recentemente à Seduc,  para levar seus alunos para conhecer e fazer uma atividade no Parque Botânico no Anjo da Guarda. Mas, garante ter sido negado. Segundo ela, o gestor  com quem conversou, alegou o uso do transporte para campanha política da governadora e disse não haver nenhum outro para resolver o problema.

“A Seduc se recusou a nos ceder o ônibus. Tivemos que nos cotizar, eu e minha colega, pedirmos ajuda aos pequenos no valor de três reais (3,00), para desenvolvermos o trabalho que nos propormos, disse, revoltada.

“Espero em Deus que o SINPROESEMMA leve adiante a luta. Que não se deixe levar por enganações. Confio no Sindicato”, finalizou ela.

FONTE: http://www.sinproesemma.com.br/

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