25/11/2010 12:00 am

PORTUGAL ENTRE PAÍSES QUE MELHOR RESISTEM A QUEDA DE INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

PORTUGAL ENTRE PAÍSES QUE MELHOR RESISTEM A QUEDA DE INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

Segundo um estudo da Ernst and Young, Portugal conseguiu estes resultados graças aos investimentos nas áreas da aeronáutica e do automóvel.

Portugal foi um dos países da Europa que melhor resistiu à tendência de queda do investimento directo estrangeiro, que caiu mais 30 por cento a nível mundial, indica um estudo da consultora Ernst and Young.


Segundo este estudo, os sectores da aeronáutica e do automóvel são dois dos exemplos de competitividade portuguesa na captação de novos investimentos, ao contrário da carga fiscal, burocracia e a falta de maior eficiência na Justiça, considerados pontos negros na atractividade de investimento.


«Conseguimos captar investimento na indústria automóvel de componentes automóveis e portanto mais uma indústria de nicho. Conseguimos captar investimento na indústria da aeronáutica e farmacêutica», adiantou um responsável desta consultora em Portugal.


Em declarações à TSF, Gonzaga Rosa recorda que Portugal é «competitivo em termos de custos, o que é uma diferença face a conclusões de estudos anteriores» e «resistiu de forma muito satisfatória à crise de 2009».


Apesar de a Espanha ter ultrapassado a Alemanha na principal concorrente de Portugal na captação de investimento, este estudo revela que Portugal pode tornar-se parceiro privilegiado das empresas internacionais que procuram investimento em mercados em crescimento.


Por causa da sua língua, a quinta mais falada no mundo e a terceira mais falada da Europa, Portugal pode ainda tornar-se na porta de entrada na América Latina, através do Brasil, em África, através de Angola, e na Ásia, através de Timor.


«Nas indústrias onde nos estamos a especializar, é preciso ter acesso ao mercado. Temos hoje uma oportunidade única, de por via do investimento estrangeiro e utilizando o factor crítico da língua, podermos fazer parcerias com empresas que nos vão dar mercados e que vão colocar os nossos produtos à mesa dos grandes clientes internacionais e nos grandes canais de distribuição internacionais», acrescentou Gonzaga Rosa.


Fonte: TSF

FONTE: http://noticias.sapo.mz/info/artigo/1108531.html

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