3/01/2011 12:00 am

PCDOB CONCENTRARÁ AÇÕES PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

PCDOB CONCENTRARÁ AÇÕES PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

O PCdoB vai levantar em 2011 a bandeira da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, e o aumento de 50% para 75% no valor da hora extra. É uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que tramita na Câmara desde 1995, quando foi apresentada pelo parlamentar, na época deputado federal.

Os comunistas vão levar à presidente Dilma Rousseff documento para reforçar o compromisso do partido e pedir apoio do Palácio do Planalto. 

“Precisamos avançar nas conquistas dos trabalhadores”, afirma a líder do Partido na Câmara e senadora eleita, deputada Vanessa Grazziottin (AM) em entrevista à Agência Estado. De acordo com a comunista, a redução da jornada de trabalho é um avanço necessário ao país.

Os comunistas somam-se às centrais sindicais nessa queda de braço com a classe empresarial. Juntam forças com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, que vai pressionar pela votação do projeto para exigir uma definição do Congresso.

A redução da jornada de trabalho tramita no Congresso há uma década. Os empresários consideram que a redução implicará diretamente no aumento do desemprego. E defendem a manutenção da regra fora da Constituição.

Crescimento

Os comunistas tiveram discreta ascensão no Congresso, aumentando sua bancada de 13 para 15 deputados. Para aumentar seu poder de fogo, a bancada estuda a continuidade do Bloco de esquerda – bloco parlamentar formado com o PSB e PRB.

No Senado, novo reforço. Vanessa Grazziotin (AM) fará companhia a Inácio Arruda (CE), que tem mandato até 2015. 

A maior liderança do partido é o ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (SP), que articula uma candidatura alternativa à do candidato Marco Maia (PT-RS) à Presidência da Casa. O alagoano radicado em São Paulo quer capitalizar a força dos descontentes com o acordo fechado entre o PT e o PMDB para o rodízio na Presidência durante o próximo quadriênio. O PCdoB integra a base aliada e a iniciativa não tem unanimidade na bancada.

O partido tem espaço na Esplanada com Orlando Silva, ministro dos Esportes, que queria, mas não levou a Autoridade Pública Olímpica (APO), criada para coordenar as ações que dizem respeito às Olimpíadas de 2016.

Agência Estado
Com informações adicionais do Portal Vermelho

 

FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=144687&id_secao=1

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