11/01/2011 12:00 am

ONU DENUNCIA AUMENTO DE VIOLÊNCIA SEXUAL NA RD DO CONGO, NA COSTA DO MARFIM E NO HAITI

ONU DENUNCIA AUMENTO DE VIOLÊNCIA SEXUAL NA RD DO CONGO, NA COSTA DO MARFIM E NO HAITI

As denúncias mais recentes, enviadas à ONU, referem-se ao Congo. De acordo com Wallström, as autoridades do país devem investigar as violações registradas na província do Baixo Kivu.

Da Redação, com agências

Nova York – A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para o aumento das denúncias de casos de violência sexual em países que vivem situação de conflito, como a RD do Congo e a Costa do Marfim, na África, e o Haiti, no Caribe, segundo a agência de notícias da ONU.

A representante especial da ONU na área de violência sexual em conflitos, Margot Wallström, apelou para que as autoridades públicas redobrem a atenção em torno das acusações.

Wallström disse que a violência sexual é usada como “arma tática de guerra” e que a impunidade “não pode mais ser tolerada”. “[Além da RD do Congo] também estou preocupada com a violência no Haiti e na Costa do Marfim, com o uso da violência sexual como arma tática de guerra ou a fim de espalhar o terror contra os opositores políticos é inaceitável”, disse ela.

Em seguida, a representante das Nações Unidas ressaltou que a impunidade para tais crimes não deve mais ser tolerada. “Vou continuar a acompanhar de perto a evolução dos casos nesses países.” 

Em dezembro passado, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução autorizando a divulgação de uma lista precisamente sobre os grupos armados em atuação no mundo, que são suspeitos de cometer violência sexual. O objetivo, de acordo com o órgão, é aprovar sanções a esses grupos.

As denúncias mais recentes, enviadas à ONU, referem-se à RD do Congo. De acordo com Wallström, as autoridades do país devem investigar as violações registradas na província de Baixo Kivu. “As autoridades devem fazer de tudo que estiver ao seu alcance para evitar os abusos de todos os tipos e assegurar que os responsáveis sejam levados à Justiça”, pediu ela.

 

FONTE: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=11277498&indice=0&canal=404

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