21/10/2010 12:00 am

LANÇADA CONSULTA PÚBLICA SOBRE TESTE RÁPIDO DE HIV PARA ESTUDANTES

LANÇADA CONSULTA PÚBLICA SOBRE TESTE RÁPIDO DE HIV PARA ESTUDANTES

Os adolescentes iniciam a vida sexual cada vez mais cedo. Esta realidade os expõe precocemente a diversas doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a AIDS. A Secretaria de Estado de Saúde deu início esta semana a uma Consulta Pública para que a população maranhense possa opinar a respeito de como testes rápidos de HIV/AIDS devem ser aplicados em alunos de escolas públicas estaduais, público alvo do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas.

A consulta, disponível no endereço www.saudenaescola.ma.gov.br ficará no ar durante 30 dias e todos podem contribuir com a iniciativa. Ao todo, cinco tópicos serão expostos para contribuição e o documento final irá orientar os técnicos da coordenação estadual de DST/AIDS na aplicação do teste com os adolescentes.

Os testes foram iniciados no começo de 2010 em quatro escolas estaduais e provocou muitas dúvidas na população a respeito do local onde eram realizados – dentro da própria escola e em horário letivo – e como o resultado deste teste deveria ser entregue ao adolescente, assim como a falta de participação dos pais na realização desses mesmos testes com seus filhos.

“A realização da consulta pública foi uma recomendação do Ministério Público e da Assembléia Legislativa do Estado. Ela dá espaço para uma ampla discussão sobre a questão, permitindo que todos participem e contribuam com sua opinião sobre o projeto proposto pela SES”, explicou Osvaldina Mota, coordenadora do Programa Estadual de DST/AIDS.

O Maranhão notificou 4.967 casos de AIDS até setembro de 2010, sendo 3194 casos (64.3%) do sexo masculino e 1773 (35.7%) do sexo do sexo feminino. Na faixa etária de 13 a 19 anos no período de 85 a 2010 foram notificados 107 casos sendo 50 casos notificados do sexo masculino (2,1%) e 57 do sexo feminino que tem maior percentual (3,2%), tem-se 11 meninas para 10 meninos infectados, havendo uma inversão da proporção de casos entre mulheres desde 2000.

FONTE: http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=12363

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