1/11/2012 12:00 am

Cresce o desemprego na Colômbia

Cresce o desemprego na Colômbia

 

A taxa de desemprego na Colômbia chegou a 2,2 milhões de pessoas, de acordo com dados do Departamento Nacional de Estatísticas.

 

O diretor da entidade, Jorge Bustamante, revelou que, em setembro, houve um aumento de 7,9 para 9,9 por cento, traduzido em 70 mil colombianos a mais sem emprego.

 

Há outra cifra encoberta sob o título de subemprego, que agrupa os trabalhadores chamados informais – 7,3 milhões na atualidade -, obrigados a executar qualquer ocupação momentânea que lhes permita a sobrevivência diária, independentemente do seu nível profissional.

 

É o meu caso, disse à Prensa Latina Carlos Parra, um técnico em informática, a quem sua qualificação não ajudou. “É também a situação dos motoristas de táxi, por exemplo, muitos deles engenheiros, médicos ou professores, sem acesso ao exercício de sua profissão”, acrescentou.

 

“Há profissionais que dirigem o carro por horas para os proprietários oficiais dos táxis para ganhar algum dinheiro que mal cobre o sustento da família. E há jovens que guardam o título em suas casas, como um enfeite, enquanto definham em um ócio imposto que os desespera”, ele disse.

 

“Aos 30 anos você está velho e aos 20 é muito jovem e inexperiente para conseguir um emprego”, disse à Prensa Latina Paula Páez Herrera, uma bióloga, 28 anos, se formou aos 26, e só pôde trabalhar durante seis meses em uma empresa. Desde então, engrossa intermináveis ​​filas de desempregados atentos a toda chamada de emprego que aparece, geralmente sem resultados concretos.

 

“Os postos são reservados para os recomendados que chegam na última hora e passam direto, ignorando as filas. O resto, sai de mãos vazias”, disse Paez.

 

Na Colômbia, são considerados jovens aquelas pessoas dentro de uma faixa etária de 14 a 28 anos.

 

De acordo com DANE, as maiores taxas de desemprego no país estão em Popayán (18 por cento), Quibdó (16,4) e Armênia (16). Enquanto seis outras cidades têm uma taxa de um dígito: Barranquilla (8,6 por cento), Bucaramanga (8,7) e Bogotá 9,4, relatou.

 

Fonte: Prensa Latina

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=197907&id_secao=7

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