3/02/2011 12:00 am

BARCO DO INSS COMEÇARÁ A ATENDER RIBEIRINHOS NO AMAZONAS

BARCO DO INSS COMEÇARÁ A ATENDER RIBEIRINHOS NO AMAZONAS

 

As unidades flutuantes da Previdência Social (PREVBarco) retomam, a partir do próximo dia 5 (sábado), o trabalho de atendimento às populações ribeirinhas da região amazônica. Todos os anos, entre fevereiro e dezembro, embarcações levam os serviços da Previdência Social aos segurados que habitam às margens dos rios amazônicos, em localidades onde não há acesso a uma agência fixa da Previdência Social.

Ainda neste mês recomeçam também os serviços previdenciários oferecidos nos barcos do projeto Pronto Atendimento Itinerante, uma ação conjunta do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) com o governo do Estado do Amazonas.

Segundo dirigentes da Divisão de Atendimento da Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste do INSS, duas novidades vão ampliar e melhorar o atendimento às populações ribeirinhas da Bacia Amazônica.

A primeira é a instalação, nos PREVBarcos, do Sistema de Gerenciamento do Atendimento (SGA), um software que controla e acelera o atendimento aos segurados, facilitando o planejamento do fluxo de pessoas e servidores nas agências.

A segunda novidade é o início do atendimento previdenciário pelo barco Zona Franca Verde, do projeto PAI, a partir do dia 15. Com essa embarcação, sobe para dez o número de unidades flutuantes que levam benefícios e serviços previdenciários às populações ribeirinhas.

Também participam desse esforço quatro navios da Marinha do Brasil. Eles entraram em operação após convênio assinado, em dezembro de 2010, para o atendimento previdenciário pelos navios militares na Bacia do Amazonas e na Ilha do Marajó.

Os PREVBarcos e as unidades conveniadas de atendimento prestam todos os serviços disponíveis em uma agência fixa da Previdência Social, inclusive a concessão de benefícios em 30 minutos.

O atendimento via fluvial evita que os segurados ribeirinhos – em geral trabalhadores rurais e extrativistas, populações indígenas e quilombolas – tenham que percorrer longos trajetos em embarcações precárias até chegar a uma agência do INSS.

Fonte: R7

 

FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=146764&id_secao=10

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