16/09/2011 12:00 am

BA: Conferência sobre trabalho e emprego

A 3ª Conferência Estadual do Emprego e Trabalho Decente pautou a reunião desta quinta-feira (15), do Conselho Estadual Tripartite e Paritário de Trabalho e Renda (Ceter-BA). O evento promovido pela Setre em parceria com várias entidades de trabalhadores, empregadores e a sociedade civil organizada vai reunir nos dias 22 e 23, no Hotel Fiesta, em Salvador, 500 delegados e mais 100 convidados.


Durante as discussões estarão em pauta, temas importantes e atuais, tais como: geração de emprego, com igualdade de oportunidades e tratamento; erradicação do trabalho escravo e do trabalho infantil; e o fortalecimento do diálogo social, como instrumento de governabilidade
democrática.

Para o sindicalista Adilson Araújo (CTB), presidente da Ceter-BA, há uma evolução significativa do conceito do trabalho decente em todo o Estado. “Todavia, há a necessidade de se fortalecer o tema e tratar, com a devida atenção, dos problemas que normalmente aparecem”. Lembrou, ainda, que o encontro “é o momento adequado para a participação de todos por ser o espaço concreto de construção do diálogo social”.
       
Conscientização

A representante da Federação das Empresas de Transporte do Estado da Bahia (Fetrabase), Maria das Graças Xavier, disse que a Bahia avançou muito desde o lançamento, em 2007, da
Agenda Bahia do Trabalho Decente. “A partir da disseminação sistematizada das informações e dos conceitos, fazendo com que os atores sociais absorvessem o seu conteúdo”. 

Nilson Bahia, representante da Força Sindical, garantiu que o trabalho decente melhorou muito as condições laborais no estado. “Este conceito da Organização Internacional do Trabalho (OIT) deu um forte impacto no segmento produtivo, especialmente, no lado da proteção social. Hoje, vemos trabalhadores vestidos com EPI’s, conscientes da importância desses equipamentos para sua proteção”.

Joselino Aquino, representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT) destacou dois pontos positivos desta evolução: a qualificação dos trabalhadores e o compromisso social assumido pelas empresas e pelo governo. “Desde o primeiro momento, o conceito ganhou força na Bahia com a conscientização do próprio trabalhador. Antes, a gente brigava por vagas no mercado de trabalho. Agora, exigimos o que nos é de direito e somos respeitados”.

Colaborou Lício Ferreira

 

FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=164086&id_secao=1

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