27/10/2010 12:00 am

ATRASO NO PAGAMENTO DE FUNCIONÁRIOS SERÁ INVESTIGADO

ATRASO NO PAGAMENTO DE FUNCIONÁRIOS SERÁ INVESTIGADO

O secretário de Estado da Administração e Previdência Social, José Henrique Campos, afirmou na manhã de ontem, que abrirá uma investigação sobre reclamações relacionadas a atrasos de salários de funcionários do Viva Cidadão. A diretora-geral do Viva Cidadão, Graça Jacinto, alegou que mesmo com eventuais problemas com a empresa terceirizada responsável pelo pagamento de funcionários dos Vivas não há atrasos nem suspensão de serviços.

José Henrique Campos esclareceu que a empresa responsável pelo gerenciamento de recepcionistas do Viva Cidadão não recebe repasse do governo do Estado há um mês por causa de problemas na documentação da companhia. Segundo ele, a empresa tem apresentado notas fiscais incompatíveis com as exigidas pelo governo do Estado.

Apesar disso, ele classificou como injustificado o fato de a empresa estar atrasando salários de funcionários. “O governo do Estado tem como principal característica a valorização do servidor e, por isso, não aceitamos que situações como essas [atrasos de salário] aconteçam em qualquer esfera da administração”, disse. “Temos dinheiro em caixa para pagar a empresa, mas ela precisa regularizar a documentação. Além disso, mesmo com atrasos em repasse de recursos, a empresa precisa ter caixa para evitar que atrasos aconteçam”, complementou Graça Jacinto.

Graça Jacinto explicou que mesmo com reclamações de atrasos salariais, não houve interrupção, suspensão ou diminuição no número de atendimentos feitos pelo Viva Cidadão. “Mesmo se um ou outro funcionário falta, nós deslocamos um outro colaborador de outro Viva, onde tem um número menor de pessoas, para outro onde existe uma demanda maior”, destacou Graça Jacinto.

Conforme José Henrique Campos, os responsáveis pela empresa seriam chamados ainda ontem para explicar os motivos pelos quais salários de funcionários do Viva Cidadão estavam atrasados. “Vamos investigar isso. Não podemos aceitar que situações como essas ocorram”, sentenciou Campos.

Fonte: http://imirante.globo.com/noticias/2010/10/27/pagina257627.shtml

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