5/11/2010 12:00 am

ASSOCIAÇÃO DE CARVOEIROS ASSINA TERMO DE DOAÇÃO DE 15 MILHEIROS DE TIJOLOS

ASSOCIAÇÃO DE CARVOEIROS ASSINA TERMO DE DOAÇÃO DE 15 MILHEIROS DE TIJOLOS

MANAUS – A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) viabilizou na tarde desta quinta-feira (4) a assinatura do Termo de Doação de 15 milheiros de tijolos para a Associação de Preservação Ambiental, Social e Ecológica dos Carvoeiros do Estado do Amazonas (Asecarvam).

Segundo o presidente da Asecarvam, Wilton Alves Pereira, o objetivo da ação é a construção de um galpão, para a fabricação de carvão vegetal licenciado pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), no município de Rio Preto da Eva (distante a 57 quilômetros de Manaus). 

“Com a construção desse galpão muitos trabalhadores serão beneficiados, porque dependem da produção de carvão para garantir a sua renda”, disse o presidente. 

Parceria

A titular da SDS, Nádia Ferreira, enfatizou que a parceria da SDS com o setor das olarias tem como meta manter o equilíbrio entre os empresários para diminuir o impacto com a natureza. 

“A doação foi feita pela Associação dos Ceramistas do Amazonas (Aceram), quando a Secretaria de Meio Ambiente do Amazonas intermediou a solicitação da Asecarvam. Fazemos votos de que tudo dê certo para esta Associação”, destacou a secretária. 

De acordo com o presidente da Aceram, Sandro Santos, 15 associações de cerâmica do Amazonas contribuíram para a proveniente doação dos tijolos. João Paulo Vieira de Oliveira, representante do Ipaam, alerta que as olarias precisam sempre estar adequadas para fazer a queimada de madeira para transformá-la em lenha. Para isso é necessária a licença conhecida como Documento de Origem Florestal (D.O.F.).

Pontos de Venda

A história da feira do carvão vegetal na Avenida Castelo Branco do bairro Cachoeirinha, zona Sul de Manaus, se tornou uma tradição muito antes da década de 40. Conforme explica o diretor administrativo da Asecarvam, Paulo Molinari, os pontos de venda de carvão naquela época eram administrados pelos próprios feirantes, sem qualquer intervenção dos órgãos governamentais, funcionando durante o período de 80 anos naquele local. 

“Em março deste ano encerramos nossas atividades na Cachoeirinha, pois a UGPI-Prosamim, passava por ali, em virtude disto, pretendemos abrir a Feira do Carvão, de forma organizada e com a licença ambiental. Esta oportunidade que estamos tendo em receber estas doações vai nos auxiliar bastante, porque muitas pessoas dependem deste emprego”, contou Molinari. 

A madeira utilizada para fazer o carvão é constituída principalmente por carbono, oxigênio e hidrogênio. Quando soterrada, a madeira elimina CO2, CH4 e H2O no processo de fossilização. Tem como principais compradores restaurantes, vendedores ambulantes, além do consumidor. (JK)

FONTE:http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=114422

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