11/11/2010 12:00 am

3 TONELADAS DE PRODUTOS PIRATAS SÃO APREENDIDAS

3 TONELADAS DE PRODUTOS PIRATAS SÃO APREENDIDAS

Um total de três toneladas de produtos falsificados foram apreendidas na sétima operação de combate à pirataria realizada pelo Ministério Público do Maranhão (MP) ontem em vários bairros de São Luís. A estimativa é de que pelo menos R$ 60 mil em CDs e DVDs tenham sido retirados de circulação até o fim da tarde de ontem. Camisas, bonés, calças, perfumes, óculos e celulares também foram confiscados. Apesar da grande apreensão de material falsificado, nenhuma pessoa foi presa.

Foram apreendidas, ainda, 60 máquinas caça-níqueis, jogos de video game, roupas e outros produtos falsificados durante ação do MP nos bairros Bequimão, Vicente Fialho, Cohab, Cohatrac, São Cristóvão e Centro. Essa foi a sétima operação realizada pelo órgão. Estiveram à frente das ações os promotores Cláudio Guimarães (2ª Promotoria de Investigação Criminal) e Augusto Cutrim (Promotoria da Ordem Tributária e Econômica).

Foram fiscalizadas não somente bancas instaladas em ruas, mas pontos de venda de produtos piratas, localizados em prédios públicos. Um desses locais foi o Terminal de Integração do São Cristóvão, que é hoje um dos principais pontos de venda de produtos pirateados na capital. “É preciso investigar por que locais como os terminais da integração servem de lojas para esse tipo de comércio. Os da Cohab e São Cristóvão são onde mais acontece essa prática”, comentou Cláudio Guimarães.

Concentração – Mas o Centro continua sendo a área que concentra a maior parte do comércio de produtos piratas na capital, sobretudo por causa da presença de asiáticos. De acordo com o planejamento dos promotores de Justiça à frente das ações de combate à pirataria, novas abordagens serão realizadas no comércio para as apreensões de produtos falsificados, tais como relógios, bolsas, cosméticos, perfumes e roupas. “A venda de produtos falsificados compromete toda a cadeia produtiva do Estado por causa da falta de arrecadação de impostos, por isso precisa ser combatida”, afirmou Augusto Cutrim.

Após a realização de todos os trâmites legais, os produtos serão destruídos, conforme determinam as normas estabelecidas pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP). A data para o procedimento ainda não está definida.

Fonte: O Estado do Maranhão

FONTE: http://www.portaldomaranhao.com.br/2007/?pg=ler&id=22005

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